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Arte de 40 metros homenageia cão comunitário morto após agressão de adolescentes em praia de SC

O desenho levou aproximadamente duas horas e meia para ser concluído.

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Uma homenagem ao cão comunitário Orelha foi feita na Praia da Galheta, em Florianópolis, na última quarta-feira (28). Um desenho com cerca de 40 metros foi criado na areia pelo artista visual Clayton Balduino. A arte lembrou o animal que morreu após ser agredido na Praia Brava, caso que gerou grande comoção.

Segundo divulgado pelo G1, Clayton trabalha há cerca de 13 anos com arte feita diretamente na natureza, principalmente em praias. Ele mora em Florianópolis há 11 anos e costuma usar a Praia da Galheta e a Praia do Santinho como locais para seus trabalhos. Segundo o artista, o desenho levou aproximadamente duas horas e meia para ser concluído e foi feito a partir de imagens do cão.

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O caso de Orelha é investigado pela Polícia Civil de Santa Catarina. O cachorro foi agredido no dia 4 de janeiro, na Praia Brava, e encontrado ferido por pessoas que estavam no local. Ele foi levado a uma clínica veterinária, mas não resistiu aos ferimentos e passou por eutanásia no dia seguinte. A perícia apontou que o animal sofreu um golpe forte na cabeça com um objeto sem lâmina ou ponta, que não foi localizado.

A polícia também apura uma tentativa de afogamento de outro cão comunitário, chamado Caramelo, na mesma praia. Imagens mostram adolescentes segurando o animal, e testemunhas relataram que ele teria sido jogado no mar.

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Quatro adolescentes são investigados pela agressão contra Orelha. Dois deles já foram alvo de uma operação policial realizada na segunda-feira (26). Por se tratar de menores de idade, os dados pessoais não foram divulgados, conforme determina o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). A investigação está sob responsabilidade da Delegacia de Atendimento ao Adolescente em Conflito com a Lei da Capital (DEACLE), e ainda não há data definida para os depoimentos.

Além disso, três adultos sendo dois pais e um tio dos adolescentes, foram indiciados por suspeita de coagir uma testemunha. Segundo a Polícia Civil, a pessoa teria uma fotografia que pode ajudar no esclarecimento do caso.

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