Jovem é flagrado tentando entrar em festa com uísque escondido em gesso no braço
Ele contou que já havia recorrido ao mesmo truque em outra ocasião e obtido sucesso.

Um episódio inusitado marcou uma festa de réveillon em Aparecida de Goiânia, em Goiás, após um jovem ser impedido de entrar no evento ao tentar driblar a fiscalização de segurança.
O homem, de 22 anos, escondia uma garrafa de uísque sob uma faixa de gesso no braço esquerdo, estratégia que acabou sendo descoberta durante a revista feita pelos seguranças. Ao perceberem algo suspeito, os profissionais cortaram o gesso e encontraram a bebida.
O jovem, em entrevista ao G1, contou que já havia recorrido ao mesmo truque em outra ocasião e obtido sucesso. Segundo ele, a tentativa foi motivada pela ausência de bebidas destiladas no open bar da festa, que oferecia apenas cerveja, refrigerante e água, além do horário limitado para o consumo. A intenção era garantir que o grupo tivesse a opção de beber uísque ao longo da noite, sem depender da estrutura do evento.
A questão financeira também pesou na decisão. De acordo com o relato, comprar bebidas dentro de festas costuma ter um custo elevado, enquanto uma garrafa de uísque pode ser adquirida por um valor bem menor em supermercados atacadistas.
Morando há três anos em Aparecida de Goiânia, o jovem afirmou que a ideia surgiu após assistir a um vídeo nas redes sociais. Para ele, o plano falhou desta vez porque a garrafa era maior e o disfarce não ficou tão discreto quanto na primeira tentativa.
Apesar da bebida escondida no braço ter sido apreendida, o rapaz relatou que ele e os amigos conseguiram entrar no evento com outras garrafas escondidas em diferentes partes do corpo. A garrafa encontrada pelos seguranças foi confiscada e não devolvida.
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Do ponto de vista legal, o Procon Goiás esclarece que a legislação estadual permite ao consumidor entrar em eventos com alimentos e bebidas comprados fora do local. No entanto, a mesma lei autoriza que organizadores estabeleçam restrições quando houver justificativas relacionadas à segurança do público.
Especialistas em direito do consumidor explicam que a obrigatoriedade de consumo exclusivo no evento pode ser considerada abusiva, mas destacam que cada situação deve ser analisada individualmente, especialmente quando há riscos à integridade das pessoas.
Em casos de dúvida ou suspeita de irregularidades, o consumidor pode buscar orientação junto ao Procon, que recebe denúncias e presta esclarecimentos por meio dos canais oficiais de atendimento.
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