Jornalista vive desespero após ser seguida por homem nu em praia de SC
A influenciadora lembrou que o ataque ocorreu de manhã, mostrando que a violência pode acontecer a qualquer hora.

A jornalista e criadora de conteúdo Renata Seliprim relatou ter vivido uma situação de perigo enquanto aproveitava a manhã ensolarada em uma área pouco movimentada da Praia Grande, em São Francisco do Sul.
O caso ocorreu na sexta-feira (21), mas só veio à tona dias depois, quando ela decidiu tornar público o episódio em suas redes sociais, o que gerou forte repercussão.
Segundo divulgado, o momento de descanso foi interrompido quando ela passou a notar movimentos suspeitos entre os arbustos próximos. Um homem, escondido na mata baixa, a observava sem ser percebido por outras pessoas.
Quando ela decidiu ir embora, percebeu que o indivíduo, que estava nu, caminhava em sua direção, o que a deixou em estado de pânico. Uma de suas cachorras começou a latir e acabou afastando o agressor por alguns instantes, o suficiente para que Renata corresse até o carro e se protegesse ali dentro. Ela conseguiu memorizar a placa do veículo usado pelo homem antes de acionar as autoridades.
Um casal que circulava pela região se aproximou ao ver sua aflição e a ajudou a deixar o local. Já em casa, Renata recebeu a equipe da Polícia Militar, que registrou a ocorrência. Ela informou que câmeras de monitoramento chegaram a capturar o veículo indicado, porém o suspeito deixou a área rapidamente.
Ao comentar o ocorrido, Renata relatou que, mesmo tendo sido vítima, chegou a se sentir responsabilizada por estar sozinha e de biquíni, sensação que, segundo ela, revela o quanto a culpa costuma ser atribuída às mulheres.
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A influenciadora ressaltou que o ataque aconteceu em plena manhã, com circulação de veículos, mostrando que a violência não depende de horário ou isolamento. Ela também mencionou outro crime ocorrido no mesmo fim de semana, que resultou na morte de Catarina Kasten, para alertar sobre a vulnerabilidade feminina em diferentes cenários.
Renata encerrou seu relato pedindo que outras mulheres fiquem atentas e valorizem seus instintos de proteção, reforçando que a responsabilidade pela violência nunca é da vítima.
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