Governo de SC inicia nova etapa das obras de escape na Serra Dona Francisca; trânsito segue em Pare e Siga
As obras das duas áreas de escape na Serra Dona Francisca, na SC-418, entraram em uma nova fase nesta semana, com a realização de detonações de rochas e a interdição total da rodovia.
Os trabalhos, coordenados pela Secretaria de Estado da Infraestrutura e Mobilidade (SIE), representam um marco na segurança viária de Santa Catarina — são as primeiras estruturas do tipo construídas no Estado.
O investimento total é de quase R$ 35 milhões. As áreas de escape estão sendo instaladas nos quilômetros 15,4 e 17,4 da rodovia, entre Joinville e Campo Alegre, no Norte catarinense. No primeiro ponto, as equipes concentram esforços na terraplanagem e na preparação do terreno.
No segundo, além da construção da estrutura de escape, o raio da curva será ampliado para garantir mais segurança aos motoristas.
Segundo o secretário de Estado da Infraestrutura e Mobilidade, Jerry Comper, o cronograma das obras segue dentro do previsto.
“Os trabalhos seguem na fase de terraplanagem, com previsão de conclusão até dezembro, quando deve se iniciar a pavimentação das estruturas”, afirmou.
Comper destacou ainda que a decisão do governador Jorginho Mello de desmembrar as áreas de escape do projeto de requalificação da SC-418 foi essencial para acelerar o início das obras.
“Essa foi a determinação e estamos avançando. As áreas de escape vão trazer mais segurança aos usuários da Serra Dona Francisca”, completou.
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Durante a execução dos serviços, o trânsito no trecho está operando em sistema Pare e Siga, com apoio da Polícia Militar Rodoviária (PMRv). A SC-418 é uma via estratégica para o escoamento de produtos entre o Norte do Estado e outras regiões de Santa Catarina, além de ser rota importante para o transporte interestadual.
As áreas de escape têm como objetivo reduzir o risco de acidentes graves, especialmente envolvendo caminhões que enfrentam problemas mecânicos ou de frenagem nas longas e sinuosas descidas da serra.
A expectativa é que, após concluídas, as estruturas tornem a rodovia mais segura para motoristas e transportadores.







