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Brasileiros vão pagar mais na conta de luz em 2025; aumento pode chegar a 5,76% no Sul

Com alta nas tarifas, Aneel projeta R$ 49,2 bilhões pagos pelos consumidores neste ano.

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A conta de luz ficará mais pesada em 2025 para milhões de brasileiros. Com a aprovação de um novo orçamento da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), o valor total a ser arrecadado por meio das tarifas passou para R$ 49,2 bilhões. Isso significa um acréscimo de mais de R$ 12 bilhões em relação ao orçamento do ano anterior.

A decisão foi tomada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e atinge todas as regiões do país, embora de maneira desigual.

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No Sul, Sudeste e Centro-Oeste, o impacto previsto nas tarifas pode alcançar até 5,76%. Já nas regiões Norte e Nordeste, o aumento médio deve girar em torno de 3,85%. Parte desses reajustes já começou a ser sentida em revisões feitas nos primeiros meses do ano.

Brasileiros vão pagar mais na conta de luz em 2025; aumento pode chegar a 5,76% no Sul
Créditos: Fábio Ferrari / Misturebas News

Boa parte do novo orçamento virá diretamente do bolso dos consumidores, por meio da CDE-Uso, cerca de R$ 41,4 bilhões. Outros R$ 5,4 bilhões serão utilizados para sustentar os subsídios da geração distribuída, como os concedidos a consumidores que geram energia por meio de painéis solares, por exemplo.

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O encarecimento da energia é resultado de um conjunto de fatores acumulados. Um deles é o crescimento da própria geração distribuída, que exigirá quase R$ 2 bilhões a mais do que no ano anterior para bancar os incentivos.

Além disso, também houve alta na Conta de Consumo de Combustíveis, usada para garantir eletricidade a regiões isoladas do país, especialmente no Norte, onde o fornecimento depende de combustíveis fósseis. Só esse fundo aumentou R$ 1,8 bilhão.

Outro componente importante veio de valores que ficaram pendentes de 2024. Entre eles, o programa Luz Para Todos, que deixou um déficit de mais de R$ 600 milhões e que, neste ano, ainda precisará de R$ 1,4 bilhão adicionais para manter as metas.

Já a Tarifa Social de Energia, voltada a famílias de baixa renda, teve o orçamento ampliado em R$ 1,6 bilhão após a publicação de uma medida provisória que garante gratuidade para os primeiros 80 kWh mensais consumidos por esses beneficiários.

Para completar, os consumidores não poderão mais contar com os recursos da Eletrobras, que vinham sendo usados para reduzir impactos de outras cobranças emergenciais como as criadas na pandemia e na crise hídrica. Esses repasses, que estavam previstos até 2027, foram antecipados e deixaram de existir a partir deste ano.

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