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Obra de Maicon Campestrini aborda desafios e soluções para o lixo eletrônico no Mercosul

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Em alusão ao mês do meio ambiente, o advogado e escritor Maicon César Campestrini utilizou a Tribuna da Câmara na última terça-feira (17) para apresentar seu novo livro: “Logística Reversa e Resíduos Elétricos e Eletrônicos no Mercosul

A obra propõe uma reflexão crítica sobre o tratamento de resíduos tecnológicos e o papel da logística reversa como instrumento de preservação ambiental e geração de valor econômico.

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Durante a apresentação, Campestrini — que é admirador e estudioso do Direito Ambiental — explicou que o livro traça um panorama histórico do surgimento dessa área do direito e analisa como a gestão de resíduos é feita globalmente, com foco especial no Brasil e nos países do Mercosul.

A proposta é mostrar que o descarte adequado de equipamentos eletrônicos não apenas evita danos ambientais, como também permite recuperar materiais valiosos presentes nesses dispositivos, como ouro, prata e níquel.

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Um dos destaques da obra é a abordagem sobre a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), legislação brasileira que estabelece diretrizes para o gerenciamento de resíduos e prevê a adoção da logística reversa por fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes. Campestrini ressaltou que essa lei pode ser complementada por legislações municipais, fortalecendo as ações locais de coleta e reaproveitamento de resíduos.

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A logística reversa, segundo o autor, é uma ferramenta estratégica que permite reinserir componentes no ciclo produtivo, reduzindo a exploração de novos recursos naturais. O livro também aponta falhas e avanços nas políticas públicas dos países do Mercosul, sugerindo uma maior integração regional para enfrentar o aumento do lixo eletrônico, impulsionado pelo consumo excessivo de bens tecnológicos e pela obsolescência programada.

Além de expor dados e legislações, a publicação faz uma crítica ao modelo atual de consumo e propõe caminhos para a reutilização de matérias-primas, com base em experiências internacionais. Ao final de sua fala, Campestrini defendeu a necessidade de criar uma cultura de responsabilidade compartilhada entre governos, empresas e cidadãos.

“Cuidar do descarte correto não é apenas uma obrigação legal, mas um compromisso com as próximas gerações”, afirmou.

A apresentação foi bem recebida pelos vereadores e pelo público presente, que reconheceram a importância do tema para o desenvolvimento sustentável e a construção de políticas ambientais mais eficazes e integradas no contexto sul-americano.

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