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Condenado por destruir relógio histórico no Planalto é preso novamente após decisão do STF

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O homem que quebrou o relógio histórico do Planalto, começou a cumprir a pena na sexta-feira (10), uma pena de 17 anos de prisão em regime fechado, após ser condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Porém, ele estava preso desde janeiro de 2023.

Identificado como Antônio Cláudio Alves Ferreira, mecânico, de 32 anos, ele se envolveu nos atos golpistas do dia 8 de janeiro de 2023 e, durante a invasão ao Palácio do Planalto, destruiu um relógio histórico de Balthazar Martinot, do século XVII, presenteado a D. João VI.

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No entanto, na terça-feira (17), o Juiz Lourenço Migliorini Fonseca Ribeiro, da Vara de Execuções Penais de Uberlândia, concedeu regime semiaberto ao réu, que foi solto, de acordo com a Agência Brasil.

Contudo, na quinta-feira (19), o Ministro do STF, Alexandre de Moraes, derrubou a liminar do Juíz, prendendo novamente o condenado, e ainda alegou que o juíz não tinha competência legal para dar aquele benefício.

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O relógio, considerado um dos dois únicos exemplares da época e avaliado em valor incalculável, foi gravemente danificado. As imagens de segurança mostraram Ferreira chutando a peça e tentando arremessar um extintor contra as câmeras.

No julgamento realizado em junho pelo STF, o réu foi condenado por diversos crimes graves, incluindo abolição violenta do Estado Democrático de Direito, associação criminosa armada, golpe de Estado, dano qualificado e dano a patrimônio tombado. A sentença também inclui multa de R$30 milhões em danos morais coletivos, conforme a Carta Capital.

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