Fábrica clandestina de gelo e adega com produtos irregulares levam comerciante à prisão
O ambiente apresentava risco à saúde pública, com acúmulo de sujeira e ausência de qualquer tipo de controle sanitário.

Um comerciante de 37 anos foi preso em Campinas (SP) durante uma operação da Polícia Civil que revelou uma série de irregularidades sanitárias e crimes de contrabando.
Ele é apontado como responsável por uma fábrica clandestina de gelo e uma adega onde foram encontrados alimentos impróprios para consumo e cigarros de origem estrangeira.
A ação foi conduzida pela Delegacia de Investigações Gerais (DIG), que investigava uma suposta linha de produção ilegal de gelo utilizado em bebidas alcoólicas.
O galpão, localizado na região da Chácara Santa Letícia, operava sem alvará e em condições precárias de higiene. No momento da abordagem, os policiais encontraram máquinas em funcionamento e pacotes de gelo prontos para distribuição.
Conforme o boletim de ocorrência, o ambiente apresentava risco à saúde pública, com acúmulo de sujeira e ausência de qualquer tipo de controle sanitário. A gerente da unidade confirmou que o proprietário mantinha também uma adega no bairro Vila Aeroporto, para onde os investigadores se dirigiram em seguida.
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No segundo ponto de comércio, foram localizados diversos pacotes de carne com a validade alterada e cigarros importados sem registro fiscal. Diante dos fatos, o comerciante foi detido em flagrante por crimes contra a saúde pública e contrabando. Ele foi conduzido à delegacia, e o Instituto de Criminalística foi acionado para periciar os dois estabelecimentos.
As investigações prosseguem para apurar se outras pessoas estão envolvidas no esquema e qual era o destino final dos produtos.










