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Condenado à prisão em 1ª instância por fraude, ex-prefeito de Rodeio diz que vai provar inocência

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O ex-prefeito de Rodeio, Paulinho Weiss, foi condenado em 1ª instância a 2 anos e 4 meses de prisão em um processo que apurou fraudes em licitações ocorridas entre os anos de  2010 e 2015 em diversos municípios de Santa Catarina. A pena, a princípio, deve ser cumprida em regime aberto.

Segundo o Ministério Público,  a empresa Mantomac – que vende maquinário pesado, além de peças e serviços de manutenção – oferecia propina aos prefeitos para ser escolhida nos processos licitatórios. Os donos da empresa fecharam um acordo de delação premiada com o MP para revelar detalhes do esquema.

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Ao todo, 35 ex-prefeitos, três ex-vice-prefeitos e quatro ex-secretários foram denunciados, além de donos, funcionários e sócios da empresa. Os crimes investigados incluem organização criminosa, corrupção passiva e ativa, e fraude em licitação.

A operação ganhou o nome de São Patrola e a condenação foi proferida pelo juiz Flávio Luís Dell’Antônio, da comarca de Tangará, localizada no Meio-Oeste de Santa Catarina.

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O que diz Paulinho Weiss

O Misturebas News entrou em contato com o ex-prefeito de Rodeio que se mostrou surpreso com a condenação. Segundo ele, não existem provas de que enquanto líder do executivo municipal favoreceu a empresa nem de que recebeu propina por isso. “Não existe nenhum depósito em nenhuma conta minha relacionado à esta empresa que nem conheço os donos, não estão na minha lista de contatos”, afirma.

Condenado à prisão em 1ª instância por fraude, ex-prefeito de Rodeio diz que vai provar inocência
Ex-prefeito de Rodeio foi condenado a 2 anos de prisão em 1ª instância (Foto: reprodução redes sociais)

Conforme Paulinho Weiss, a empresa investigada ganhou apenas uma licitação em Rodeio para a compra de uma escavadeira hidráulica. “Se existisse um esquema com esta empresa, ela não teria vencido outras licitações?”, questiona. Ele desabafa: “acho incrível que sou eu que preciso provar minha inocência e não a promotoria que precisa provar minha suposta culpa”.

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O ex-prefeito já recorreu da decisão e afirma que vai provar sua inocência na 2ª instância.

No recurso entregue ao Judiciário, os advogados do ex-prefeito apontam para o fato de que “em nenhum momento foram encontrados depósitos inexplicados nas contas correntes do Apelante, que teve sua intimidade exposta com a quebra de sigilo fiscal, e ainda, não houve qualquer conversa suspeita envolvendo o Apelante que tivesse sido captada em eventual escuta telefônica, visto que, absolutamente nada foi encontrado no aparelho celular de Paulo que o comprometesse. Aparelho que, aliás, nem sequer foi apreendido, como poderia ter sido, se houvesse alguma desconfiança, seja da autoridade policial, seja do Ministério Público, contra ele”.

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