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Em Indaial, pai morreu com 17 facadas porque filho queria comprar sítio de maconha, diz MP

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O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) apresentou uma denúncia contra dois homens por homicídio e tentativa de homicídio, ambos triplamente qualificados, em um caso que chocou a cidade de Indaial, no Vale do Itajaí.

Os réus são acusados de terem planejado e executado um crime brutal, com um suposto motivo ainda mais perturbador: o acesso à herança para a compra de um sítio destinado à produção de maconha.

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Segundo informações fornecidas pela 2ª Promotoria de Justiça da Comarca de Indaial, o crime ocorreu na madrugada de 29 de janeiro de 2024, na residência das vítimas, localizada no bairro Estrada das Areias.

Os réus, junto com uma adolescente cúmplice, teriam invadido a casa através de uma janela do quarto de hóspedes, um local não monitorado por câmeras de segurança.

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Filho matou o pai porque queria herança para comprar sítio para plantar maconha, diz MP
Filho e amigo seguem presos desde 1 de Fevereiro. (Créditos: PC / Divulgação)

O pai, ao abrir a porta do quarto ao ser surpreendido pelos invasores, foi atacado com 17 golpes de faca, conforme detalha o laudo cadavérico. A mãe, ao tentar intervir, também foi atingida diversas vezes, mas sobreviveu após ser socorrida e submetida a uma intervenção cirúrgica.

A denúncia destaca que o crime foi cometido com extrema crueldade, em um ato repentino que pegou as vítimas completamente desprevenidas enquanto dormiam. Além disso, os réus teriam planejado meticulosamente o ataque durante um período de pelo menos dois meses.

Filho e cúmplice são denunciados por homicídio do pai e tentativa de homicídio da mãe em Indaial

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O suposto motivo por trás desse ato horrendo seria o acesso à herança do filho do casal, que planejava usar os recursos para financiar a produção de maconha em um sítio. O filho também teria oferecido um veículo e uma quantia em dinheiro ao seu comparsa para auxiliar na execução do crime.

A adolescente envolvida, namorada de um dos réus, também enfrentará acusações por sua participação no crime, incluindo corrupção de menores. Ela teria ajudado os executores do crime a voltarem para casa sem levantar suspeitas, além de ter auxiliado na criação de um falso álibi.

 

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