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Com mais de 12 mil pessoas desabrigadas, número de abrigos em Santa Catarina chega a 168

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Santa Catarina, 10 de outubro – A situação das enchentes em Santa Catarina continua preocupante, com um aumento constante no número de desabrigados e abrigos em todo o estado. 

Segundo dados divulgados pela Secretaria de Estado da Assistência Social, Mulher e Família (SAS) nesta terça-feira, 10 de outubro, já são registrados 168 abrigos distribuídos em 67 cidades catarinenses.

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De acordo com o último relatório do Grupo de Ações Coordenadas (Grac), o número total de desabrigados alcançou a marca alarmante de 12.289 pessoas. 

As cidades mais afetadas incluem Rio do Sul, Tubarão, Blumenau e Lontras. 

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Rio do Sul, em particular, está enfrentando uma situação crítica, com 22 estruturas de abrigo atendendo famílias que foram obrigadas a deixar suas casas. 

A estimativa é que aproximadamente 4.087 residências tenham sido atingidas por alagamentos, resultando em cerca de 11.852 pessoas desalojadas.

Outras cidades que se destacam no ranking de abrigos são:
  • Tubarão, com 10;
  • Blumenau, com 9;
  • Lontras, com 8.

A ajuda para as famílias afetadas pelas enchentes é essencial neste momento difícil.

Itens como alimentos, água, artigos de higiene, colchões, roupa de cama, travesseiros e cobertores são muito necessários. 

No entanto, é importante considerar que as necessidades podem variar de um município para outro, assim como a logística de entrega.

Portanto, para fazer doações ou oferecer ajuda como voluntário, é recomendável entrar em contato com os órgãos oficiais de cada município afetado para saber a melhor forma de contribuir.

Além disso, os municípios atingidos podem solicitar à Defesa Civil itens de ajuda humanitária. 

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A solicitação é feita através do envio de documentação para análise e aprovação. 

Posteriormente, a entrega desses itens é realizada diretamente no município afetado, que assume a responsabilidade pela distribuição à população afetada. 

Até o momento, 14 cidades já solicitaram e receberam os itens de ajuda humanitária. 

A solidariedade e cooperação da comunidade são fundamentais para enfrentar essa crise e ajudar as famílias a se recuperarem dessas inundações devastadoras.

 

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