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Deputado Peninha do MDB de SC assina criação da CPI dos institutos de pesquisa

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O Deputado Federal Rogério Peninha Mendonça, do MDB de Santa Catarina, assinou o requerimento para a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI). A ideia é investigar a atuação dos institutos de pesquisa durante o período eleitoral.

Segundo o parlamentar, o pleito eleitoral deste ano apontou uma grande divergência entre os levantamentos divulgados pelos institutos e o resultado após a apuração das urnas.

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“Não é a primeira eleição que as pesquisas fogem completamente da realidade apresentada nas urnas. Precisamos verificar o que de fato está acontecendo, afinal elas podem influenciar votos, principalmente do eleitor indeciso”, comenta.

A iniciativa para a instalação da CPI é dos deputados Carlos Jordy (PL/RJ) e Eduardo Bolsonaro (PL/SP). Para que seja instalada, é necessário o apoio de um terço da Câmara, o que corresponde a 171 deputados.

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Discussão sobre o tema só deverá acontecer após o segundo turno

No entanto, na última quarta-feira, 12, o Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD), descartou instalar uma CPI para apurar os resultados divergentes das pesquisas eleitorais antes do segundo turno das eleições.

Pacheco afirmou não ter previsão de ler em plenário o requerimento para criar a CPI. Já foram colhidas as assinaturas mínimas necessárias. Mesmo quando fizer a leitura, a comissão só será instalada após o segundo turno, conforme acordado com os líderes partidários em outros casos semelhantes.

Por isso, o Presidente do Senado também criticou o Projeto de Lei apresentado na Câmara que pode punir os institutos em casos de erros além da margem de erro.

O líder do governo no Senado, Carlos Portinho (PL), adiou a votação de um requerimento para fazer uma audiência pública com o Presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Alexandre de Morais. Além dele,  representantes dos institutos de pesquisa na Comissão de Transparência do Senado Federal.

Portinho defendeu que deve haver amplo debate sobre o  tema mas sem muita pressa.

Visto que, na Câmara não houve quórum para votar o Projeto de Lei que regula as pesquisas. A discussão do assunto também deve ficar para depois do segundo turno.

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