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Constituição Federal pede que o salário mínimo seja de R$ 6 mil

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A pesquisa mensal realizada pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) apontou, mais uma vez, que o salário mínimo está muito abaixo do ideal.

De acordo com as informações, atualmente, o piso nacional é de R$ 1212. De acordo com o levantamento, esse valor precisaria ser 5 vezes maior para atender as necessidades das famílias brasileiras.

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A princípio, em junho deste ano, o departamento já havia apontado como ideal R$ 6.527,67 o salário para uma família de quatro integrantes.

Posteriormente, no mês de julho, o valor ficou em R$ 6.388,55, um pequeno recuo devido à deflação apresentada no mês.

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Salário mínimo de acordo com a Constituição

Primeiramente, para a pesquisa são considerados os preços dos itens que compõem a cesta básica nas capitais brasileiras. Neste mês, em 9 delas, houve aumento no preço dos alimentos.

Diante dessa realidade, o trabalhador que recebe um salário mínimo precisa trabalhar cerca de 120 horas para adquirir a cesta básica.

Ainda de acordo com o Dieese, o estudo leva em consideração a Constituição Federal no que diz respeito ao salário mínimo.

O valor determinado pelo governo para o piso nacional deve ser o suficiente para arcar com despesas com alimentação, moradia, saúde, vestuário, higiene, educação, transporte, previdência e lazer.

Para a realização do levantamento, a cesta básica é o fundamental. Vale ressaltar que os preços mudam conforme as regiões do país. Em São Paulo, foi registrada a cesta básica mais cara do país, no valor de R$ 760,45.

• LEIA TAMBÉM: Valor oficial do salário mínimo para 2023 é divulgado

No mês de julho, sete cidades apresentaram alta nos preços. Em contrapartida, quatro mostraram redução. Veja.

Vitória: + 1,14%;

Salvador: + 0,98%;

Brasília: + 0,80%;

Recife: + 0,70%;

Campo Grande: + 0,62%;

Belo Horizonte: + 0,51%;

Belém: + 0,14%;

Natal: – 3,96%;

João Pessoa: – 2,40%;

Fortaleza: – 2,37%;

São Paulo: – 2,13%.

Variação no preço dos itens da cesta básica

Apesar da deflação apontada pelo IPCA no mês de julho, o grupo de alimentos continua registrando alta. Dos 13 itens da cesta básica, 12 apresentaram aumento no período de 12 meses. Veja.

Batata: + 66,82%;

Leite: + 66,46%;

Café: + 58,12%;

Banana: + 35,71%;

Feijão: + 28,57%;

Óleo: + 26,23%;

Açúcar: + 21,9%;

Farinha: + 19,94%;

Manteiga: + 19,74%;

Pão: + 16,95%;

Tomate: + 7,45%;

Carne: + 2,91%.

O único produto que apresentou redução no período foi o arroz, com queda de 7,93%.

Em conclusão, a alta nos preços desses itens essenciais afetam de forma mais preocupante as famílias de baixa renda.

Por fim, a última Pesquisa de Orçamento Familiar, publicada pelo IBGE, aponta que famílias com rendimento mensal de até R$ 1,9 mil tinham 22% da renda comprometida com produtos da área alimentícia.

 

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