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Dependente Químico e Mercado de Trabalho: Como funciona a reinserção?

Dependente Químico e Mercado de Trabalho: Como funciona a reinserção?
Foto: Divulgação

Se você está diante da decisão de contratar um dependente químico, saiba que há formas saudáveis e propositivas de reinseri-los no mercado de trabalho.

Se você está diante da decisão de contratar um dependente químico, saiba que há formas saudáveis e propositivas de reinseri-los no mercado de trabalho.

A dependência química é uma doença classificada como biopsicossocial. Ou seja, em seu tratamento, deve-se procurar melhorar todos os aspectos de sua vida.

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É claro, a sua caminhada pode ser composta de diversos percalços.

Sendo assim, a reinserção no mercado de trabalho pode ser um verdadeiro recomeço e uma cura profunda na saúde física e mental. 

Que tal aprender mais sobre o assunto? Confira!

Como lidar com funcionários dependentes químicos?

Antes de qualquer coisa, é essencial entender o que é a dependência química e quais os seus efeitos na pessoa e nos seus arredores.

É perfeitamente possível lidar com funcionários dependentes químicos — e a ajuda da diretoria e dos colegas de trabalho é essencial.

O primeiro ato de auxílio que um empregador pode ter com um dependente químico é, justamente, proporcionar a oportunidade.

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Tratá-lo com respeito, entendendo suas condições e sua história, bem como incorporar esse fator na cultura da empresa, é muito importante.

Ou seja, criando campanhas de conscientização e provendo todo time com informações para que se cuidem.

Além disso, a confidencialidade é um aspecto indissociável da reinserção do dependente químico.

Desse modo, o empregador evita que o funcionário passe por situações desconfortáveis e desnecessárias.

Como funciona o processo de reinserção do dependente químico?

Quando falamos da reinserção de dependentes químicos no mercado de trabalho, deve haver o entendimento que a pessoa batalha contra um vício.

O próprio ato de procurar um emprego já é uma enorme barreira que o profissional ultrapassa.

A verdade é que são vários os desafios que cercam essa decisão do dependente químico.

E que a empresa, se estiver disposta a ajudá-lo, deve cooperar com isso.

Sua contratação é um sinal positivo de que uma mudança de vida é possível.

Ou seja, um bom sinal para que ele se mantenha firme em seu tratamento.

Além disso, é recomendável que a empresa busque algum tipo de aconselhamento médico especializado — como uma forma de entender o que está ao seu alcance.

Como lidar com os desafios?

Uma das formas das empresas lidarem com os desafios de inserir dependentes químicos no mercado de trabalho é através da conscientização.

Ou seja, promover ações que engajem toda a empresa pela causa.

Além disso, acreditar e investir no funcionário é sempre uma boa ideia.

Como? Oferecendo cursos, qualificações variadas e formas de torná-lo melhor em seu trabalho — o que contribuirá bastante para seu tratamento!

Como os colegas de trabalho podem ajudar?

Como falamos, os colegas não precisam ficar sabendo da condição do funcionário dependente químico. É uma questão de respeito e privacidade.

Porém, a empresa pode se posicionar ativamente e publicamente a favor da reinserção.

Nesse cenário, ações como as que já mencionamos: treinamentos, campanhas de conscientização e serviços especializados são ótimas medidas.

Ou seja, a disponibilização de atendimento especializado (e anônimo) para quem sente que precisa de orientação.

Impactos na economia com a reinserção social do dependente químico

Apostar na reinserção de dependentes químicos no mercado de trabalho é uma ação social incrível, mas também um incentivo à economia do país.

Alternativas como o processo de tratamento involuntário são de grande ajuda e preparam a pessoa para novas possibilidades em sua vida.

Especialistas afirmam que os efeitos negativos da dependência química em álcool, por exemplo, agravam os problemas trabalhistas.

Ou seja, há mais licenças médicas, mais chances de acidentes de trabalho, maior necessidade de assistência social, entre outras ações que possuem alto custo social.

Estimativas do governo mostram que, hoje, gasta-se mais de 7% do PIB brasileiro com as consequências do abuso de álcool.

Portanto, para uma empresa, apostar em ações de reinserção do dependente químico no mercado de trabalho é algo essencial não apenas para a vida da pessoa, mas na construção de um Brasil melhor.

Agora que você entendeu mais sobre esse assunto, esperamos que aproveite as dicas e aplique em seu ambiente de trabalho.

Na sequência, leia outros conteúdos do nosso portal!

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