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Morador de Indaial retrata “descaso” com a falta de insumos no Hospital Oase de Timbó

Morador de Indaial retrata "descaso" com a falta de insumos no Hospital Oase de Timbó
Foto: Portal Misturebas

Em nenhum momento houve a falta desse grupo de medicamentos, informou o Hospital e Maternidade OASE

Nesta sexta feira, 27 de Junho, um morador de Indaial deslocou-se até o Hospital Oase de Timbó, onde neste momento de pandemia é referência para casos de Covid na região do Médio Vale.

No hospital, segundo relatos do morador para Rádio Nova FM, ele teria sido comunicado que não poderia ser atendido naquele momento, devido a falta de medicamentos na Unidade Hospitalar, sendo assim transferido para unidade de UTI provisória, em Gaspar.

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“O morador em tom de desabafo se reportou a Rádio Nova FM retratando o total descaso quanto ao assunto, pois muitos propagam sobre a destinação de recursos neste momento as unidades hospitalares destinadas única e exclusivamente ao enfrentamento do Covid 19.”

Ainda em nota em sua rede social, a rádio noticiou o oficio ao secretario estadual de saúde pelo pagamento dos leitos de COVID destinados as unidades de saúde. bem como os valores e as respectivas datas.

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Portaria 901 Paga em 29/4
Portaria 1045 Paga em 8/5
Portaria 1384 Paga em 08/6

HOSPITAL E MATERNIDADE OASE R$ 1.008.000,00

O Portal Misturebas entrou em contato com o filho, que disse que agora neste momento está focado na saúde de seu pai e, não irá se posicionar mais sobre o assunto, mas que depois verá os fins jurídicos.

NOTA DO HOSPITAL E MATERNIDADE OASE

O Hospital e Maternidade OASE, vem por meio desta, esclarecer notícia veiculada pela Rádio 103.9 Nova FM da cidade de Indaial em sua página oficial nas redes sociais, a qual acusa nossa Instituição de descaso com a falta de insumos para tratamento de COVID-19.

Primeiramente causa estranheza a narrativa do suposto paciente, que afirma ter se deslocado ao Hospital OASE e ter sido comunicado que “não poderia ser atendido naquele momento” na UTI do Hospital OASE pela falta de medicamento e foi transferido para UTI de Gaspar.

Acontece que a decisão de qual paciente vai ocupar cada vaga em qualquer um dos leitos habilitados para atendimento de COVID-19 no estado de SC é de responsabilidade única e exclusiva das Centrais Regionais de Regulação, que após um processo de solicitação de vaga feito pela médico assistente responsável pelo paciente, analisam tecnicamente a solicitação e designam o Hospital mais adequado no momento para o paciente ser internado.

Desta forma, um paciente não se desloca até um Hospital e pede uma vaga de UTI, como sugere a
publicação. A solicitação de UTI de COVID só seria pertinente para um paciente internado que tivesse seu quadro agravado, ou um paciente no Pronto Socorro em estado grave, na maioria das vezes inclusive já entubado para ventilação mecânica em respirador. Cabe ressaltar, que desde o início de pandemia, nenhum paciente foi transferido do Hospital e Maternidade OASE para a UTI do Hospital de Gaspar.

Em relação à falta de medicamentos, é público que todos os Hospitais estão sofrendo com o
reabastecimento de seus estoques de medicamentos sedativos e principalmente bloqueadores
neuromusculares, essenciais para o tratamento de alguns pacientes acometidos pela COVID-19.
Inclusive reportagem recentemente publicada no – clique aqui – relata esse grave problema em todo o Brasil, que em geral não é relacionado a falta de recursos financeiros, mas sim da escassez dos medicamentos no Brasil e no mundo pelo aumento expressivo da demanda pelo seu uso durante a pandemia.

Mesmo diante desta situação, em nenhum momento houve a falta desse grupo de medicamentos no
Hospital e Maternidade OASE, muito menos, algum paciente teve sua saúde agravada pela escassez
desses insumos.

Outra informação completamente distorcida da verdade relatada na reportagem é sobre o recebimento de verbas pelo Hospital. As portarias de habilitação citadas na reportagem, nº 901 (não tem relação nenhum com o Hospital OASE), nº 1.045 (habilitou 12 leitos de UTI COVID) e nº 1.384 (habilitou 7 leitos de UTI COVID) foram, de fato, “pagas” nas datas apresentadas pelo FNS (Fundo Nacional de Saúde) para o FES (Fundo Estadual de Saúde) e ainda não foram repassadas para nenhum dos Hospitais citados. Essa informação pode ser conferida tanto no site do Fundo Nacional de Saúde, como no portal de transparência do Estado de Santa Catarina.

O Hospital e Maternidade OASE reforça seu compromisso no combate a Pandemia do COVID-19 e
salienta que não aceitará ser utilizado como instrumento de embates políticos ou ainda, como figura de Fake News para causar pânico na sociedade.

Destaca ainda, que está sempre à disposição da imprensa para esclarecer qualquer situação necessária e lamenta profundamente não ter sido contactado pela Rádio 103.9 Nova FM afim de elucidar a matéria publicada, que tanto se desgarrou da verdade.

 

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Redação Misturebas

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