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“Blumenau está de braços abertos”, diz prefeito sobre ampliação do Complexo Penitenciário

“Blumenau está de braços abertos”, diz prefeito sobre ampliação do Complexo Penitenciário

Passados seis meses do decreto assinado pelo Governo do Estado que pretendia diminuir a superlotação do sistema prisional de Santa Catarina, o tema voltou à pauta. Quando o documento entrou em vigor, a meta era criar ao menos 192 novas vagas na penitenciária de Blumenau, mas isso não se confirmou.

Conforme mostrou uma reportagem da NSC TV, em toda Santa Catarina a ideia era chegar 1.436. Segundo a Secretaria de Administração Prisional, o fracasso do decreto foi motivado pela falta de liberação de alvarás por parte das prefeituras. Em Blumenau, porém, o prefeito Mário Hildebrandt não se opôs.

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A preocupação dele, entretanto, diverge da que tem o Estado. O prefeito quer tirar os detentos que existem atualmente no presídio regional na Rua General Osório. De acordo com ele, por dois motivos. Um é a condição que o espaço oferece a quem está no local. O segundo é que ele deseja ter o espaço livre para construir um parque.

Na terça-feira, 22 de janeiro, o prefeito de Blumenau se reuniu com o governador Carlos Moisés. Foi uma visita rápida, de apenas 20 minutos. Mas suficiente para ele reiterar que Blumenau não tem objeções quanto à ampliação do complexo penitenciário na cidade, desde que primeiro sejam transferidos para lá aqueles que estão no presídio.

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Só depois disso é que poderiam vir para a cidade detentos de outros municípios. O prefeito voltou da Capital sem uma resposta concreta de que rumos a negociação irá seguir, mas se mostra irredutível quanto às exigências postas na mesa.

O Governo do Estado apresentou projeto da expansão da unidade prisional e nós estamos desde setembro, quando foi apresentado, fazendo toda a análise para que isso possa ocorrer, na condição de que eles desativem o atual presídio que está numa estrutura precária e receba aqueles detentos antes de poder trazer de outros locais – reiterou Mário à NSC TV.

A ampliação é uma obra à parte. Ela não faz parte do projeto do complexo, que prevê a construção de um presídio ao lado da penitenciária. Logo, são dois projetos distintos, com recursos e prazos diferentes.

Segundo a assessoria de imprensa da Secretaria de Estado de Cidadania e Justiça, a ampliação da penitenciária não implica na desativação do presídio existente hoje. Isso porque na penitenciária ficam detentos já julgados, que estão cumprindo a pena.

O presídio, por sua vez, abriga cidadãos que aguardam julgamento.

 

Fonte: nsc/Por Talita Catie | Foto: Patrick Rodrigues
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Redação Misturebas

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