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Rachaduras, infiltrações e áreas interditadas: escola com mais de 900 alunos preocupa em Blumenau

Um dos impactos da situação ocorre na cozinha.

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A estrutura da Escola Básica Municipal Lúcio Esteves, no bairro Escola Agrícola, em Blumenau, voltou a gerar preocupação após uma vistoria realizada pelo vereador Bruno Win (NOVO). A unidade, que recebe mais de 900 estudantes, possui espaços interditados pela Defesa Civil por conta de problemas estruturais, incluindo rachaduras.

Um dos impactos da situação ocorre na cozinha. O espaço não pode ser utilizado e, para manter a alimentação dos alunos, as refeições estão sendo produzidas em outra unidade de ensino. Salas da escola também foram afetadas pelas interdições.

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A denúncia foi apresentada pelo vereador durante uma sessão da Câmara nesta semana. Segundo ele, os problemas encontrados vão além de reparos simples e indicam a necessidade de uma solução definitiva para o prédio. A proposta defendida é que a Prefeitura avalie a reconstrução da escola.

A quadra esportiva, que foi entregue recentemente, também entrou na lista de problemas apontados. Durante a visita, uma parte considerável do espaço estava coberta por água, embora não estivesse chovendo naquele momento. O vereador relatou que a água aparentava surgir pelo piso da estrutura.

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Além do alagamento na quadra, foram identificadas infiltrações em períodos de chuva e pontos do muro da instituição considerados baixos, o que, segundo o parlamentar, pode representar uma vulnerabilidade para a segurança da comunidade escolar.

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Rachaduras, infiltrações e áreas interditadas: escola com mais de 900 alunos preocupa em Blumenau

A situação também repercutiu entre outros vereadores. Durante a sessão, parlamentares afirmaram já ter conhecimento das condições da unidade e defenderam a construção de uma nova instituição. Conforme foi relatado na Câmara, existe um projeto para uma nova estrutura no local, mas a execução depende da liberação de recursos.

Bruno Win afirmou que pretende continuar pressionando o município por uma solução. Para o vereador, os problemas acumulados mostram que a escola precisa deixar de depender de medidas emergenciais e passar a receber uma intervenção definitiva, especialmente por atender uma quantidade expressiva de estudantes.

 

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