Arte à mão livre resiste ao tempo: letrista de 76 anos mantém viva profissão quase extinta no Brasil
Ofício tradicional segue vivo com trabalho manual em fachadas e comércios

Em Carangola, Minas Gerais, um ofício considerado cada vez mais raro ainda se mantém ativo graças ao trabalho de um pintor letrista de 76 anos.
Com mais de quatro décadas de atuação, Nonato segue exercendo a profissão que já foi amplamente presente em fachadas comerciais, mas que hoje perdeu espaço com o avanço da tecnologia.
O trabalho chama atenção pela forma artesanal de execução, em que cada letra é pintada manualmente, sem o uso de máquinas ou processos digitais.
A precisão e o cuidado nos detalhes evidenciam uma técnica que exige experiência e dedicação, características marcantes da atuação do profissional ao longo dos anos.
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Em meio à predominância de impressões rápidas e recursos digitais, a rotina do letrista reforça a permanência de práticas tradicionais que fizeram parte da identidade visual de cidades brasileiras.
atividade, além de funcional, também preserva um elemento histórico ligado à comunicação visual urbana de décadas passadas.









