Criminosos que jogaram álcool em criança e mulher são denunciados por série de crimes em SC
Denúncia inclui série de assaltos em área rural com extrema violência
O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) ofereceu denúncia contra um grupo acusado de crimes violentos envolvendo uma criança, no interior de Ituporanga, no Alto Vale.
Os casos incluem roubos, tentativas de latrocínio e corrupção de menor, praticados em sequência no dia 22 de abril de 2026.
A denúncia foi apresentada pela 3ª Promotoria de Justiça de Ituporanga e envolve acusados presos preventivamente.
Segundo o MPSC, os crimes ocorreram em residências rurais e foram marcados por extrema violência, com vítimas rendidas sob ameaça de armas, agressões e restrição de liberdade.
Em um dos casos, uma mulher foi ameaçada com álcool derramado sobre o corpo, enquanto em outro episódio uma família, incluindo uma criança de cinco anos, foi rendida e ameaçada com arma de fogo e substância inflamável.


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Os investigados também mantinham contato constante com o comparsa que coordenava as ações, repassando orientações sobre os alvos e confirmando informações das residências invadidas.
Na fuga, ainda no mesmo dia, o grupo efetuou disparos de arma de fogo contra pessoas que tentavam persegui-los, colocando vítimas em risco de morte, embora sem registros de óbitos.
No período da noite, um novo roubo foi registrado, com a subtração de uma motocicleta, celular, roupas e calçados, após nova rendição de uma vítima.
A ação das polícias resultou na prisão em flagrante dos envolvidos, além da recuperação parcial de bens e apreensão de armas, munições e celulares utilizados nos crimes.
Dois dos acusados estavam em saída temporária do sistema prisional e haviam deixado o Presídio Regional de Blumenau por um período de sete dias.
A promotora de Justiça Laura Ayub Salvatori afirmou que os crimes causaram terror na região e destacou o trabalho das forças policiais na elucidação do caso.
Na denúncia, o MPSC solicita a condenação dos acusados por roubos majorados, tentativas de latrocínio e corrupção de menor, além da fixação de valores para reparação dos danos materiais e morais às vítimas. O processo tramita sob segredo de justiça.







