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Sedado, extorquido e espancado até a morte; caso do advogado Leandro Drews, de Timbó, choca com detalhes do crime

Um dos condenados manteve amizade por dois anos com Leandro, enquanto planejava o crime que arrancou mais de R$ 400 mil do advogado.

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O caso do advogado timboense Leandro Drews, que foi assassinado brutalmente no ano passado, teve novos desdobramentos após o julgamento dos quatro associados ao crime.

Segundo informações, Leandro passou por longos momentos de terror desde o dia 30 de dezembro de 2024, quando teria sido atraído para um estabelecimento em Blumenau e, posteriormente, para uma casa de temporada alugada em Rio dos Cedros para a execução do crime.

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Sedado, extorquido e espancado até a morte, caso
Foto: Especial Misturebas News.

O processo mostrou que Leandro foi sedado pelos criminosos, obrigado a realizar diversas transferências bancárias, mantido em cárcere privado e agredido cruelmente até não conseguir mais resistir. A ação teria durado diversos dias, entre a passagem do ano de 2024 para 2025.

Conforme as informações divulgadas, um dos assassinos era amigo do advogado há aproximadamente dois anos, período em que a morte foi planejada.

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Sedado, extorquido e espancado até a morte, caso
Foto: PCSC.

Outras três pessoas também estão envolvidas no caso, que durou até o dia 1º de janeiro de 2025, data da morte de Leandro.

Os indiciados pelos crimes de associação criminosa, extorsão circunstanciada, ocultação de cadáver, corrupção de menor e lavagem de dinheiro seguem presos desde a descoberta do crime, em 31 de janeiro de 2025.

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O corpo do advogado passou cerca de 30 dias em uma área de difícil acesso no município de Doutor Pedrinho, até que um dos investigados indicou o local.

As autoridades do caso informaram que o objetivo do crime era obter dinheiro de Leandro e que a amizade de dois anos entre a vítima e um dos agressores teria sido utilizada para a realização do crime.

Sedado, extorquido e espancado até a morte, caso
Foto: Especial Misturebas News.

Nenhum dos associados ao caso poderá recorrer da sentença em liberdade, conforme decisão judicial.

Após o início da investigação, a quebra de sigilo bancário mostrou que mais de R$ 400 mil foram desviados entre o dia 30 de dezembro de 2024 e 20 de janeiro de 2025.

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Mesmo após a morte de Leandro, foram realizadas diversas transferências e aquisições de veículos e motocicletas. Os bens foram adquiridos como forma de transparecer legalidade na movimentação feita.

Cada integrante do grupo recebeu pena de 38 anos e dois meses de prisão, além da obrigatoriedade de indenização aos herdeiros de Leandro Drews, estipulada em R$ 425 mil.

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