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Intervalo para dose de reforço a idosos é reduzida pelo estado de Santa Catarina

A proposta da Secretaria de Estado da Saúde é que os idosos reforcem a dose da vacina cinco meses após completarem o esquema vacinal com as duas doses ou a dose única. 

A decisão foi aprovada em reunião da Comissão Intergestores Bipartite, na tarde da última quinta-feira, 21. 

A reunião da CIB ocorreu em paralelo a 1° Assembleia Geral Extraordinária do Conselho de Secretários Municipais de Saúde.

A logística de encaminhamento de doses para os municípios têm ocorrido de forma ágil e leva em conta a estimativa populacional do IBGE. 

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No entanto, a observação da Superintendência de Vigilância em Saúde do Estado (SUV) é de que, em alguns locais, a baixa procura pela dose de reforço e a segunda dose está colocando em risco o prazo de validade das vacinas.

“A orientação que encaminhamos aos municípios é que o imunizante do laboratório Pfizer deve ser mantido até 31 dias em temperatura de 2 a 8 graus. Se as vacinas não forem usadas nesse período, devem ser descartadas. Com a aprovação dessa antecipação, podemos dar maior flexibilidade para que os municípios, a partir da disponibilidade de doses, possam utilizá-la sem risco de haver perdas. Além disso, permitirá que um maior número de idosos receba a dose de reforço”, explicou Eduardo Macário, superintendente da SUV/SC.

Reforço na imunização

Com relação à aplicação da dose de reforço, até o momento foram aplicadas pouco mais de 162.190 doses em idosos com 60 anos ou mais. Entre eles, 30,5% daqueles com idade acima de 80 anos, 23,4% dos de 70 a 79 anos e 1,2% dos idosos de 60 a 69 anos já receberam a vacinação suplementar, segundo dados do vacinômetro SC.

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