Conheça Rubinho, o homem que personifica o Torneio de Verão de Futsal de Indaial

Conheça Rubinho, o homem que personifica o Torneio de Verão de Futsal de Indaial

O indaialense Rubens Kretzer, 54 anos que esteve ligado diretamente a 23 edições do torneio.

Se as águas de março fecham o verão, como eternizou Tom Jobim em um dos principais clássicos da Música Popular Brasileira, em Indaial o período mais quente do ano só começa para valer quando o apito ecoa pelo Ginásio de Esportes Sérgio Luiz Petters. O pontapé inicial do Torneio de Verão de Futsal é o marco para o novo ano na cidade, em especial para os fãs do esporte da bola pesada. E olha que não são poucos.

O ginásio na região central transforma-se em um palco por onde desfilam grandes nomes do futsal de Santa Catarina e do Brasil. A largada foi dada nesta sexta-feira, dia 10.

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O torneio segue até o próximo dia 25. Ao todo, 30 equipes, divididas em três categorias (Adulto Masculino, Adulto Feminino e Sub-18 Masculino) entram em quadra. Este ano, o torneio chega à 35ª edição e se consolida como um dos mais tradicionais do Estado. Se alguém pudesse personalizar o que é o Torneio de Verão de Futsal de Indaial, este alguém seguramente seria Rubens Kretzer.

Rubinho, como é popularmente conhecido, tem uma relação repleta de carinho e orgulho com o futsal. Aos 54 anos, o homem nascido e criado no bairro das Nações, em Indaial, viu o torneio nascer, em 1986, e o ajudou a se consolidar. Das 35 edições, Rubinho esteve ligado diretamente a 23 delas: 18 como jogador, quatro como treinador e uma como dirigente.

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– Disputei 10 finais e conquistei seis títulos, quatro como jogador e dois como técnico. É uma satisfação muito grande ver o nível que o torneio alcançou. O evento cresceu e se organizou. Hoje, é uma atração. Todos os anos, os indaialenses esperam ver um Torneio de Verão forte, como se fosse a primeira grande obra para começar o ano – comenta Rubinho.

Por conta desse vínculo com o torneio, em 2018 ele foi homenageado pela organização. Nos últimos anos, Rubinho dedica-se a ocupar um lugar nas arquibancadas. E tem um lugar cativo, digamos assim:

– Em frente aos mesários e próximo dos garotos que enxugam a quadra – diz.

E não esconde a paixão:

– Sou torcedor do Cachorrões.

Fonte: NSC
Foto: Patrick Rodrigues
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